Apuração
Vereadora · 2020 · PC do B

Carol Listone

Carolina Rosa Listone · nasceu em 1995

Carol Listone se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,62← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PC do B2020PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

VereadoraPartidoPC do B201620182020
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 24 anos, superior incompleto, dona de casa, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereadora · Chapecó (SC)
    PC do B 65024· esquerda
    suplente1.039 votos
  2. 2016
    Vereadora · Chapecó (SC)
    PC do B 65024· esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carol Listone declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 11 mil, 47% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereadora · Chapecó (SC) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 10,6 mil
47% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 4.95346,5%
  2. VaquinhaR$ 2.71025,5%
  3. PessoasR$ 2.35522,1%
  4. Outros candidatosR$ 6245,9%

Para onde foi

R$ 10 mil
O maior gasto foi com material impresso: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10 mil.
  1. Material impressoR$ 4.80347,9%
  2. PessoalR$ 3.72937,2%
  3. EscritórioR$ 5625,6%
  4. OutrosR$ 5315,3%
  5. ServiçosR$ 2172,2%
  6. Rádio, TV e vídeoR$ 1771,8%

Quanto custou cada voto: vereadora, Chapecó (SC), 2020

Mediana da disputa: R$ 52,3 por voto. Quem venceu, Carraro, gastou R$ 21,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.315; o mais barato, R$ 21,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Cleri Bohn MDBR$ 45 mil · 34 votosR$ 1.315
  • Glandia Correa MDBR$ 45 mil · 55 votosR$ 813
  • Jani Trichez MDBR$ 47 mil · 373 votosR$ 126
  • Alda PTR$ 59 mil · 625 votosR$ 94
  • Derli Maier MDBR$ 141 mil · 1.521 votosR$ 92,7
  • Marcilei Vignatti PSBR$ 134 mil · 1.575 votosR$ 85,4
  • Dr. João PSLR$ 122 mil · 2.335 votosR$ 52,3
  • Professora Deise PTR$ 78 mil · 1.578 votosR$ 49,7
  • Claimar De Conto PPR$ 89 mil · 1.985 votosR$ 45
  • Valduga PC do BR$ 72 mil · 1.773 votosR$ 40,7
  • Paulinho Da Silva PC do BR$ 55 mil · 1.651 votosR$ 33,1
  • Carraro PSDR$ 51 mil · 2.374 votosR$ 21,4

Votos por real

  • 2020, vereadora: 104 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 68 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.