Carmo Ludwig
Carmo Elias Ludwig · nasceu em 1974
Carmo Ludwig disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Tenente Portela (RS)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carmo Ludwig declarou R$ 268,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Carmo LudwigR$ 268,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Carmo Ludwig declarou ao TSE R$ 4 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Tenente Portela (RS) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.47762,2%
- Próprio bolsoR$ 1.50637,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.52663,8%
- ServiçosR$ 81020,4%
- Material impressoR$ 3729,4%
- PessoalR$ 2025,1%
- OutrosR$ 320,8%
- EscritórioR$ 190,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Tenente Portela (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,3 por voto. Quem venceu, Rosangela Fornari, gastou R$ 13,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 78,1; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudinho Pereira PTR$ 13 mil · 168 votosR$ 78,1
- Je MDBR$ 11 mil · 189 votosR$ 57,1
- Scherer PTR$ 8,5 mil · 265 votosR$ 31,9
- Salete PSDBR$ 8,8 mil · 339 votosR$ 26
- Ito Ortolan MDBR$ 10 mil · 413 votosR$ 24,4
- Joao Antonio Gheller MDBR$ 12 mil · 554 votosR$ 22,1
- Ibe Furini PPR$ 14 mil · 675 votosR$ 20,3
- Cacique Valdones PSDR$ 17 mil · 957 votosR$ 17,3
- Nata PDTR$ 7,1 mil · 444 votosR$ 16,1
- Cris Feyth PPR$ 7,3 mil · 463 votosR$ 15,9
- Luisa Silva Barth PPR$ 6,5 mil · 412 votosR$ 15,7
- Rosangela Fornari MDBR$ 6,5 mil · 484 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.