Apuração
Deputada federal · 2026 · PODE

Carmem do Taxi

Carmem Solange Kirsch da Silva · nasceu em 1963

Carmem do Taxi se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleita em 3.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008PTB2016PTB2020REPUBLICANOS2024UNIÃO2026PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004, 2008 e 2016.

Passou por 5 partidos: MDB (2004), PTB (2008–2016), REPUBLICANOS (2020), UNIÃO (2024), PODE (2026).

Dep. federalPrefeitaVice-prefeitaVereadoraPartidoMDBPTBREPUBLICANOSUNIÃOPODE’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 63 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputada federal · Rio Grande do Sul
    PODE 2085· direita
    suplente2.044 votos; 184º mais votada de 435 no estado
  2. 2024
    Vice-prefeita · Taquara (RS)
    UNIÃO 22· direita· na urna, Carmem do Táxi
    Na chapa de Titinho
    chapa não eleita6.168 votos da chapa, 20,2%
  3. 2020
    Prefeita · Taquara (RS)
    REPUBLICANOS 10· direita· na urna, Carmem
    não eleita2.804 votos, 9,8%
  4. 2016
    Vereadora · Taquara (RS)
    PTB 14580· centro-direita
    eleita1.195 votos
  5. 2008
    Vereadora · Taquara (RS)
    PTB 14580· centro-direita
    eleita1.603 votos
  6. 2004
    Vereadora · Taquara (RS)
    MDB 15789· centro
    eleita1.603 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Carmem do Taxi teve 2.044 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 184º lugar entre 435 candidatos.

Recebeu votos em 44 cidades. Taquara deu 77,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,5%.

2.044 votos
votos para deputada federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 2.044 votos.
  1. Taquara (RS)1.582 votos77,4%
  2. Parobé (RS)192 votos9,4%
  3. Gravataí (RS)46 votos2,3%
  4. Novo Hamburgo (RS)32 votos1,6%
  5. Igrejinha (RS)24 votos1,2%
  6. Outras 29 cidades52 votos2,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Carmem do Taxi declarou R$ 99,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2026, o total caiu R$ 62 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 99,8 mil
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 99.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2026.

  • Carmem do TaxiR$ 99,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 100,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 99,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Carmem do Taxi declarou ao TSE R$ 258 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeita: R$ 192 mil, 98% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputada federal · Rio Grande do Sul · PODE · suplente

De onde veio

R$ 51,5 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 51,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Podemos - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 9.34518,2%
  2. PartidoR$ 1330,3%

Para onde foi

R$ 31,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 31,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 20,4 mil64,6%
  2. Rádio, TV e vídeoTudo de 50.736.139 Inacio Augustinho SeimetzR$ 2.1206,7%
  3. RepassesR$ 220,1%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputada federal, Rio Grande do Sul, 2026

Mediana da disputa: R$ 19 por voto. Quem venceu, Rony Gabriel, gastou R$ 5,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 153; o mais barato, R$ 5,96.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputada federal: 65 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2020, prefeita: 15 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 164 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 399 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.