Carlos Vitor
Carlos Vitor Cardoso Pereira · nasceu em 1991
Carlos Vitor se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PHS (2016–2018), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 29 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: amarela em 2016, branca em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · GoiásPHS 31555· centro-direitanão eleito416 votos; 453º mais votado de 797 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Carlos Vitor teve 416 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 453º lugar entre 797 candidatos.
Recebeu votos em 32 cidades. Doverlândia deu 55,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlos Vitor declarou R$ 225,5 mil em bens, em reais de hoje: 7,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 152,4 mil acima da inflação.
Declarou 7,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Carlos VitorR$ 225,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 01 Camionete f 250 ano 2010R$ 100,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Caminhão mercedes bens ano 99R$ 86,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Saveiro 2008R$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 2.873Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Vitor declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 16 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Doverlândia (GO) · PP · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 81952,1%
- PessoasR$ 56636%
- Fundo eleitoralR$ 18711,9%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Doverlândia (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,7 por voto. Quem venceu, Manoel Neto, gastou R$ 4,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 198; o mais barato, R$ 4,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Selza Prado REPUBLICANOSR$ 991 · 5 votosR$ 198
- Wemilly Alecrim PTR$ 708 · 4 votosR$ 177
- Professora Sirene PTR$ 3,7 mil · 47 votosR$ 79,6
- Professor Fagner PTR$ 5 mil · 104 votosR$ 47,6
- Nayara Catriny PTR$ 3 mil · 79 votosR$ 38,2
- Bira Do Alfredinho PSDBR$ 2,9 mil · 211 votosR$ 13,7
- Giraia PTR$ 1,8 mil · 141 votosR$ 12,7
- Deirim REPUBLICANOSR$ 1,2 mil · 114 votosR$ 10,2
- Hercules Romano PDTR$ 3,8 mil · 400 votosR$ 9,38
- Nivaldo Da Região Araguaia PTR$ 1,1 mil · 123 votosR$ 8,86
- Lindon Jhonson REPUBLICANOSR$ 962 · 173 votosR$ 5,56
- Manoel Neto PPR$ 876 · 190 votosR$ 4,61
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 28 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.