Carlos Rosario (dadinho)
Carlos Eduardo Freitas do Rosário · nasceu em 1981
Carlos Rosario (dadinho) se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo REDE.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Santa CatarinaREDE 1818· centro· na urna, Carlos Rosárionão eleito1.821 votos; 131º mais votado de 232 no estado
- 2016Prefeito · São Francisco do Sul (SC)REDE 18· centro· na urna, Carlos Rosario (dadinho Filho)não eleito270 votos, 1,0%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Carlos Rosario (dadinho) teve 1.821 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 131º lugar entre 232 candidatos.
Recebeu votos em 72 cidades. São Francisco do Sul deu 69,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlos Rosario (dadinho) declarou R$ 574,6 mil em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 363,4 mil acima da inflação.
Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- Carlos Rosario (dadinho)R$ 574,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Rosario (dadinho) declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 8,1 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Francisco do Sul (SC) · REDE · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 2.12365,2%
- Próprio bolsoR$ 1.13234,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.84056,5%
- Material impressoR$ 97630%
- InternetR$ 43913,5%
Quanto custou cada voto: vereador, São Francisco do Sul (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 89,7 por voto. Quem venceu, Professor Rangel, gastou R$ 38,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.943; o mais barato, R$ 38,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Janete Demozzi PPR$ 32 mil · 11 votosR$ 2.943
- Lorene Liz PPR$ 28 mil · 76 votosR$ 365
- Michelle Coradim PPR$ 26 mil · 121 votosR$ 215
- Corujito PPR$ 46 mil · 462 votosR$ 98,9
- Edisney De Paula PPR$ 42 mil · 453 votosR$ 92,2
- Juliano Fock PPR$ 63 mil · 702 votosR$ 89,7
- Tuta PPR$ 45 mil · 792 votosR$ 56,2
- Edinho Da Casa Azul PPR$ 58 mil · 1.144 votosR$ 50,6
- Fernando Ledoux PPR$ 54 mil · 1.177 votosR$ 45,7
- Professor Rangel PPR$ 33 mil · 863 votosR$ 38,4
Votos por real
- 2020, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 911 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.