Apuração
Vereador · 2020 · REDE

Carlos Rosario (dadinho)

Carlos Eduardo Freitas do Rosário · nasceu em 1981

Carlos Rosario (dadinho) se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoREDE−0,09← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016REDE2018REDE2020REDE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo REDE.

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoREDE201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    REDE 18018· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2018
    Deputado federal · Santa Catarina
    REDE 1818· centro· na urna, Carlos Rosário
    não eleito1.821 votos; 131º mais votado de 232 no estado
  3. 2016
    REDE 18· centro· na urna, Carlos Rosario (dadinho Filho)
    não eleito270 votos, 1,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Carlos Rosario (dadinho) teve 1.821 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 131º lugar entre 232 candidatos.

Recebeu votos em 72 cidades. São Francisco do Sul deu 69,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.

1.821 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.821 votos.
  1. São Francisco do Sul (SC)1.273 votos69,9%
  2. Joinville (SC)179 votos9,8%
  3. Jaraguá do Sul (SC)55 votos3%
  4. Florianópolis (SC)49 votos2,7%
  5. São João do Itaperiú (SC)23 votos1,3%
  6. Outras 57 cidades125 votos6,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Carlos Rosario (dadinho) declarou R$ 574,6 mil em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 363,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 574,6 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 400.000 na declaração)

Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.

  • Carlos Rosario (dadinho)R$ 574,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 574,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Rosario (dadinho) declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 8,1 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · São Francisco do Sul (SC) · REDE · não eleito

De onde veio

R$ 3.255
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.255.
  1. PessoasR$ 2.12365,2%
  2. Próprio bolsoR$ 1.13234,8%

Para onde foi

R$ 3.255
O maior gasto foi com serviços: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.255.
  1. ServiçosR$ 1.84056,5%
  2. Material impressoR$ 97630%
  3. InternetR$ 43913,5%

Quanto custou cada voto: vereador, São Francisco do Sul (SC), 2020

Mediana da disputa: R$ 89,7 por voto. Quem venceu, Professor Rangel, gastou R$ 38,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.943; o mais barato, R$ 38,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Janete Demozzi PPR$ 32 mil · 11 votosR$ 2.943
  • Lorene Liz PPR$ 28 mil · 76 votosR$ 365
  • Michelle Coradim PPR$ 26 mil · 121 votosR$ 215
  • Corujito PPR$ 46 mil · 462 votosR$ 98,9
  • Edisney De Paula PPR$ 42 mil · 453 votosR$ 92,2
  • Juliano Fock PPR$ 63 mil · 702 votosR$ 89,7
  • Tuta PPR$ 45 mil · 792 votosR$ 56,2
  • Edinho Da Casa Azul PPR$ 58 mil · 1.144 votosR$ 50,6
  • Fernando Ledoux PPR$ 54 mil · 1.177 votosR$ 45,7
  • Professor Rangel PPR$ 33 mil · 863 votosR$ 38,4

Votos por real

  • 2020, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 911 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.