Apuração
Deputado estadual · 2014 · PC do B

Carlos Rezende

Carlos Amaral · nasceu em 1969

Carlos Rezende disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PC do B: suplente.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,59← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPC do B2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 45 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PC do B 65245· esquerda
    suplente892 votos; 467º mais votado de 1.055 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Carlos Rezende teve 892 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 467º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 64 cidades. Belo Horizonte deu 50,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,8%.

892 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 892 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)451 votos50,6%
  2. Santa Luzia (MG)36 votos4%
  3. Uberaba (MG)32 votos3,6%
  4. Contagem (MG)27 votos3%
  5. Ribeirão das Neves (MG)25 votos2,8%
  6. Outras 49 cidades180 votos20,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Carlos Rezende declarou R$ 543,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 543,4 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 280.200 na declaração)

Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2014.

  • Carlos RezendeR$ 543,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 137,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 543,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Carlos Rezende declarou ao TSE R$ 6,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Minas Gerais · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 6.807
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.807. Toque numa parte para abrir.
  1. PartidoTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Mg Unico PtR$ 89513,1%

Para onde foi

R$ 6.776
O maior gasto foi com serviços: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.776. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 3.99458,9%
  2. EscritórioR$ 80,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Paulo Guedes, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 132 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.