Apuração
Deputado federal · 2018 · PV

Carlos Ramos - Kakai

Carlos Alexandre Ramos · nasceu em 1975

Carlos Ramos - Kakai se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV+0,09← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012PPL2014PHS2018PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 4 partidos: PT (2004–2008), PPL (2012), PHS (2014), PV (2018).

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoPTPPLPHSPV20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 43 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · São Paulo
    PV 4325· centro
    suplente7.503 votos; 307º mais votado de 1.483 no estado
  2. 2014
    Deputado federal · São Paulo
    PHS 3132· centro-direita· na urna, Carlos Ramos
    não eleito9.049 votos; 245º mais votado de 1.318 no estado
  3. 2012
    Prefeito · Jaú (SP)
    PPL 54· direita· na urna, Carlos Ramos
    não eleito8.734 votos, 12,1%
  4. 2008
    Vereador · Jaú (SP)
    PT 13621· centro-esquerda· na urna, Kakai
    eleito2.007 votos
  5. 2004
    Vereador · Jaú (SP)
    PT 13621· centro-esquerda· na urna, Kakai
    eleito1.434 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Carlos Ramos - Kakai teve 7.503 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 307º lugar entre 1.483 candidatos.

Recebeu votos em 97 cidades. Jaú deu 90,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.

7.503 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 7.503 votos.
  1. Jaú (SP)6.818 votos90,9%
  2. Mineiros do Tietê (SP)119 votos1,6%
  3. Barra Bonita (SP)71 votos0,9%
  4. Itapuí (SP)54 votos0,7%
  5. Dois Córregos (SP)51 votos0,7%
  6. Outras 82 cidades181 votos2,4%
As outras 1 eleições para deputado
9.049 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 9.049 votos.
  1. Jaú (SP)7.451 votos82,3%
  2. Dois Córregos (SP)355 votos3,9%
  3. Itapuí (SP)152 votos1,7%
  4. Barra Bonita (SP)125 votos1,4%
  5. São Paulo (SP)118 votos1,3%
  6. Outras 106 cidades368 votos4,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Carlos Ramos - Kakai declarou R$ 761 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 178 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 761
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 500 na declaração)

Declarou 1% da mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2018.

  • Carlos Ramos - KakaiR$ 761
  • Mediana dos candidatosR$ 91,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 761. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Carlos Ramos - Kakai declarou ao TSE R$ 398 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 123 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · São Paulo · PV · suplente

De onde veio

R$ 40 mil
94% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 40 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Verde - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 37,7 mil94,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.5944%
  3. PessoasR$ 7541,9%

Para onde foi

R$ 40 mil
O maior gasto foi com outros: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 40 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 10 mil25%
  2. InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 2.2625,6%
  3. EscritórioR$ 3630,9%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2018

Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Celso Russomanno, gastou R$ 6,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 6,08.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 187 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 85 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 71 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.