Apuração
Vereador · 2024 · PL

Carlos Pozza

Carlos Roberto Pozza · nasceu em 1950

Carlos Pozza se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,69← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PP2004PP2008PP2012PP2016PP2020PSC2024PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 3 partidos: PP (2002–2016), PSC (2020), PL (2024).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPPPSCPL’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 74 anos, superior completo, arquiteto, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PL 22333· direita
    suplente
  2. 2020
    PSC 20· direita· na urna, Pozza
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  3. 2016
    PP 11777· direita· na urna, Pozza
    suplente995 votos
  4. 2012
    PP 11777· direita
    suplente828 votos
  5. 2008
    PP 11777· direita
    suplente1.338 votos
  6. 2004
    PP 11133· direita
    suplente1.142 votos
  7. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PP 11133· direita
    suplente17.313 votos; 108º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Carlos Pozza teve 17.313 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 108º lugar entre 461 candidatos.

Recebeu votos em 243 cidades. Bento Gonçalves deu 72,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,9%.

17.313 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 17.313 votos.
  1. Bento Gonçalves (RS)12.574 votos72,6%
  2. Garibaldi (RS)763 votos4,4%
  3. Carlos Barbosa (RS)545 votos3,1%
  4. Monte Belo do Sul (RS)441 votos2,5%
  5. Veranópolis (RS)295 votos1,7%
  6. Outras 228 cidades1.410 votos8,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Carlos Pozza declarou R$ 5.523 em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 5.523
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 5.000 na declaração)

Declarou 8% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.

  • Carlos PozzaR$ 5.523
  • Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 5.523. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 7 campanhas com contas prestadas, Carlos Pozza declarou ao TSE R$ 299 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 206 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Bento Gonçalves (RS) · PL · suplente

De onde veio

R$ 22,6 mil
97% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,6 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 21,9 mil96,8%
  2. PartidoR$ 7283,2%

Para onde foi

R$ 21,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,9 mil.
  1. Material impressoR$ 19,4 mil88,6%
  2. PessoalR$ 2.48811,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Bento Gonçalves (RS), 2024

Mediana da disputa: R$ 27,6 por voto. Quem venceu, Gava, gastou R$ 17,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 240; o mais barato, R$ 17,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Flademir PLR$ 44 mil · 182 votosR$ 240
  • Adma Soliman PTR$ 25 mil · 138 votosR$ 181
  • Milton Milan NOVOR$ 38 mil · 679 votosR$ 55,7
  • Reciani PTR$ 23 mil · 494 votosR$ 45,9
  • Alcindo Gabrielli MDBR$ 35 mil · 819 votosR$ 42,7
  • Pedro Della Corte PLR$ 27 mil · 638 votosR$ 42,6
  • Marlene Pelicioli CIDADANIAR$ 30 mil · 1.075 votosR$ 27,6
  • Aline Poder REPUBLICANOSR$ 23 mil · 1.077 votosR$ 21,7
  • Joel Bolsonaro PLR$ 32 mil · 1.544 votosR$ 20,9
  • Henrique Nuncio PSDBR$ 32 mil · 1.678 votosR$ 19,1
  • Duda Pompermayer PPR$ 23 mil · 1.228 votosR$ 18,6
  • Gava PSDBR$ 22 mil · 1.278 votosR$ 17,5

Votos por real

  • 2024, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.