Carlos Porto-Porto-Carlinhos
Carlos Roberto Porto · nasceu em 1958
Carlos Porto-Porto-Carlinhos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 50 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Carlos Porto-Porto-Carlinhos declarou R$ 385 mil em bens, em reais de hoje: 7,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 7,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Carlos Porto-Porto-CarlinhosR$ 385 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 1 Residência com 200M2 no distrito de venda brancaR$ 188,7 milImóveis
- 1 Residência com 65M2 na cidade de ribeirão pretoR$ 107,9 milImóveis
- 1 Veiculo da marca fiat elx ano 2007R$ 75,5 milVeículos, barcos e aeronaves
- 1 Motocg titan 150 ano 2007R$ 12,9 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Porto-Porto-Carlinhos declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Casa Branca (SP) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.62896%
- PartidoR$ 1504%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.00863,5%
- TransporteR$ 1.00431,8%
- OutrosR$ 1504,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Casa Branca (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 21,9 por voto. Quem venceu, Sckandar, gastou R$ 6,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,3; o mais barato, R$ 6,55.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Carlos Reinaldo DEMR$ 18 mil · 270 votosR$ 68,3
- Silvão DEMR$ 23 mil · 424 votosR$ 55,2
- João Osmir PTR$ 5,3 mil · 172 votosR$ 31
- Pateta PDTR$ 6,2 mil · 200 votosR$ 31
- Prof. Ribeiro - Ribeirinho PSDBR$ 12 mil · 408 votosR$ 30,3
- Jacaré DEMR$ 6,6 mil · 302 votosR$ 21,9
- Kall DEMR$ 7,2 mil · 407 votosR$ 17,8
- Junior Sckandar PPR$ 3,7 mil · 233 votosR$ 15,7
- Zilda Lopes PSDBR$ 7,7 mil · 534 votosR$ 14,3
- Zeca Vilela DEMR$ 4,5 mil · 395 votosR$ 11,4
- Sckandar PPR$ 4 mil · 612 votosR$ 6,55
Votos por real
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 259 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.