Apuração
Deputado federal · 2018 · PP

Carlos Pomagerski

Carlos Antônio Pomagerski Júnior · nasceu em 1986

Carlos Pomagerski disputou uma eleição, em 2018, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,64← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPP2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 31 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PP 1155· direita
    suplente5.998 votos; 127º mais votado de 404 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Carlos Pomagerski teve 5.998 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 127º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 281 cidades. Erechim deu 39,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 71,3%.

5.998 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 5.998 votos.
  1. Erechim (RS)2.396 votos39,9%
  2. Gaurama (RS)550 votos9,2%
  3. Passo Fundo (RS)288 votos4,8%
  4. Porto Alegre (RS)207 votos3,5%
  5. Centenário (RS)108 votos1,8%
  6. Outras 266 cidades1.719 votos28,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Carlos Pomagerski declarou R$ 205,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 205,5 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 135.000 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2018.

  • Carlos PomagerskiR$ 205,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 130,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 205,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Carlos Pomagerski declarou ao TSE R$ 152 mil em receitas, em reais de hoje, 30% de dinheiro público.

2018 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PP · suplente

De onde veio

R$ 152,1 mil
30% veio de fundos públicos; 21 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 152,1 mil.
  1. Pessoas21 pessoas, não nomeadasR$ 103,2 mil67,8%
  2. Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 37,7 mil24,8%
  3. Outros candidatosR$ 7.5405%
  4. Próprio bolsoR$ 3.6752,4%

Para onde foi

R$ 144,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 144,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 5.7544%
  2. OutrosR$ 1.5081%
  3. TransporteR$ 1.4781%
  4. EscritórioR$ 4280,3%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Paulo Pimenta, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 42 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.