Carlinhos Pelegrini
Carlos Alberto Pelegrini · nasceu em 1971
Carlinhos Pelegrini se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2008–2016), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Carlinhos Pelegrini declarou R$ 27,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 134,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.
- Carlinhos PelegriniR$ 27,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Disponibilidade em dinheiro conta corrente sicrediR$ 12,1 milConta corrente no país
- CDB renda facil BBR$ 7.493Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Poupança integrada sicrediR$ 5.431Caderneta de poupança
- Poupança ouro BBR$ 1.295Caderneta de poupança
- Conta capital sicrediR$ 1.016Quotas ou quinhões de capital
- Conta corrente 560399-4 AG.1748R$ 49Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Carlinhos Pelegrini declarou ao TSE R$ 160 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 88 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Tacuru (MS) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.41976,7%
- Próprio bolsoR$ 52516,6%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Rogerio De Souza Torquetti PrefeitoR$ 2116,7%
Para onde foi
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 1.54463,8%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 87536,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Tacuru (MS), 2024
Mediana da disputa: R$ 35,9 por voto. Quem venceu, Fabinho Milani, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 199; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Monique Franciozi PSDBR$ 3,2 mil · 16 votosR$ 199
- Juscelino PTR$ 5,2 mil · 69 votosR$ 74,7
- Sandra Aguayo PTR$ 8,3 mil · 113 votosR$ 73,6
- Cirlene PTR$ 7,9 mil · 127 votosR$ 62,1
- Ratinho PTR$ 13 mil · 310 votosR$ 43
- Cida Pedro PSDBR$ 8,7 mil · 241 votosR$ 35,9
- Zuleine Duarte PTR$ 4,6 mil · 136 votosR$ 33,9
- João Baresi PTR$ 6,2 mil · 200 votosR$ 31,1
- Carlos Vital PTR$ 5,2 mil · 178 votosR$ 29
- Eva Da Saúde PTR$ 5,4 mil · 233 votosR$ 23,1
- Fabinho Milani PTR$ 4,6 mil · 324 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2024, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 41 votos por R$ 1.000.
- 2012, vereador: 378 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.