Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Carlos Peixoto

Carlos Valbson de Barros Peixoto · nasceu em 1965

Carlos Peixoto disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Amapá (AP)), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPDT2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 46 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Amapá (AP)
    PDT 12112· centro-esquerda
    suplente146 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Carlos Peixoto declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 393 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.

R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 590.000 na declaração)

Declarou 393 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amapá em 2012.

  • Carlos PeixotoR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 3.287
  • Mediana dos eleitosR$ 67,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Carlos Peixoto declarou ao TSE R$ 676 em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Amapá (AP) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 676
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 100% identificado como fundo partidário. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 676
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Amapá (AP), 2012

Mediana da disputa: R$ 29,5 por voto. Quem venceu, Eliel, gastou R$ 8,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 312; o mais barato, R$ 6,76.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Dorival Sobral PPR$ 25 mil · 79 votosR$ 312
  • Luzenilde DCR$ 12 mil · 115 votosR$ 106
  • Ney DEMR$ 27 mil · 257 votosR$ 105
  • Rosilda PSCR$ 10 mil · 103 votosR$ 101
  • Angelo Sucupira CIDADANIAR$ 6,7 mil · 178 votosR$ 37,7
  • Puruca PTBR$ 8,3 mil · 244 votosR$ 33,8
  • Naldo Mira PTR$ 5,4 mil · 184 votosR$ 29,5
  • Dorivan PDTR$ 2,4 mil · 164 votosR$ 14,7
  • Tatu DEMR$ 1,1 mil · 87 votosR$ 12,4
  • Mauro PTBR$ 1,2 mil · 106 votosR$ 11,8
  • Eliel PDTR$ 1,3 mil · 157 votosR$ 8,31
  • Dr. Paulo PDTR$ 1 mil · 148 votosR$ 6,76

Votos por real

  • 2012, vereador: 146 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.