Apuração
Vereador · 2008 · PT

Carlos Orlandi

Carlos Orlandi Paiva · nasceu em 1963

Carlos Orlandi se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2008PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 44 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Araxá (MG)
    PT 13661· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2004
    Vereador · Araxá (MG)
    PT 13661· centro-esquerda
    não eleito
  3. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PT 13661· centro-esquerda
    suplente6.063 votos; 253º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Carlos Orlandi teve 6.063 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 253º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 58 cidades. Araxá deu 87,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.

6.063 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 6.063 votos.
  1. Araxá (MG)5.328 votos87,9%
  2. Tapira (MG)203 votos3,3%
  3. Passos (MG)165 votos2,7%
  4. Perdizes (MG)84 votos1,4%
  5. Ibiá (MG)59 votos1%
  6. Outras 43 cidades79 votos1,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlos Orlandi declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 35 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,9 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 692.653 na declaração)

Declarou 35 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Carlos OrlandiR$ 1,9 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,9 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 15 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Uma casa residencialR$ 404,5 mil
    Imóveis
  2. Uma casa residencialR$ 296,6 mil
    Imóveis
  3. Um imóvel residencialR$ 269,6 mil
    Imóveis
  4. Um imóvel, na rua ceará, 1324, em passos, matricula 23046R$ 148,3 mil
    Imóveis
  5. Dinheiro em disponibilidadeR$ 148,3 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. Um imóvel na rua curitibaR$ 134,8 mil
    Imóveis
  7. Um veículo peugeotR$ 134,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  8. 25% De um imóvelR$ 80,9 mil
    Imóveis
  9. Uma sala comercialR$ 67,4 mil
    Imóveis
  10. Uma sala comercialR$ 67,4 mil
    Imóveis
  11. Aplicação em ações da petrobras S/AR$ 53,9 mil
    Dinheiro e aplicações
  12. Parte de uma casa residencialR$ 27 mil
    Imóveis
  13. Saldoem conta poupança na caixa econômica federalR$ 15,2 mil
    Dinheiro e aplicações
  14. Uma motocicleta hondaR$ 14,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  15. Uma ação no clube girasolR$ 4.045
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Orlandi declarou ao TSE R$ 194 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 146 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Araxá (MG) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 18,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 10,8 mil58,1%
  2. Outros candidatosR$ 7.80541,9%

Para onde foi

R$ 18,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,6 mil.
  1. Material impressoR$ 9.42450,5%
  2. OutrosR$ 6.46634,7%
  3. TransporteR$ 1.3317,1%
  4. RepassesR$ 8974,8%
  5. EscritórioR$ 5302,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Araxá (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 38,6 por voto. Quem venceu, Lidia Jordao, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 160; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 42 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.