Carlos Murta (cacá)
Carlos Augusto Freire Almeida Murta · nasceu em 1976
Carlos Murta (cacá) se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PL (2008), PDT (2012), PROS (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, superior completo, advogado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlos Murta (cacá) declarou R$ 670,9 mil em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 401,4 mil acima da inflação.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Carlos Murta (cacá)R$ 670,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- rua agata,56R$ 359,1 milCasa
- rural com 30 mts quadrados em Taquaraçu de MinasR$ 215,5 milTerreno rural
- hyunday tucson ano 2011/2012R$ 56 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- poupança nos bancos do BrasilR$ 40,3 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlos Murta (cacá) declarou ao TSE R$ 94 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 41 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santa Luzia (MG) · PROS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.31661,6%
- Próprio bolsoR$ 2.68938,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.40163%
- ServiçosR$ 1.13216,2%
- OutrosR$ 76410,9%
- PessoalR$ 6519,3%
- EscritórioR$ 350,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Luzia (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 30,4 por voto. Quem venceu, Ilacir Bicalho, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 590; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kassia Gabriel REPUBLICANOSR$ 21 mil · 36 votosR$ 590
- Cidao Vigilante PSLR$ 28 mil · 70 votosR$ 404
- Tulio Da Gran Hall SOLIDARIEDADER$ 81 mil · 456 votosR$ 178
- Ricardo Cotonete SOLIDARIEDADER$ 39 mil · 368 votosR$ 105
- Ivo Melo PSDR$ 77 mil · 1.320 votosR$ 58,4
- Lacy Dias PSDBR$ 28 mil · 613 votosR$ 45,5
- Joao Binga PROSR$ 29 mil · 941 votosR$ 30,4
- Cristiano Matos PSLR$ 24 mil · 919 votosR$ 25,9
- Marcio Ferreira PSCR$ 27 mil · 1.061 votosR$ 25,3
- Suzane Bem Vindas PTR$ 23 mil · 1.281 votosR$ 17,8
- Luiza Do Hospital PSDR$ 29 mil · 1.722 votosR$ 17
- Ilacir Bicalho PSCR$ 30 mil · 2.339 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2020, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.