Carlos Moura
José Carlos Costa de Santana · nasceu em 1957
Carlos Moura se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2004), DEM (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Carlos Moura declarou R$ 350,5 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Sergipe em 2008.
- Carlos MouraR$ 350,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 18,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 53,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Carlos Moura declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Boquim (SE) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.33971,4%
- PessoasR$ 53528,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.31271%
- OutrosR$ 53529%
Quanto custou cada voto: vereador, Boquim (SE), 2008
Mediana da disputa: R$ 39,2 por voto. Quem venceu, Jackson Do Mague Grande, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 21,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Flavio Barbosa (Queimadinho) PTR$ 20 mil · 172 votosR$ 117
- Gefersson Trindade PLR$ 45 mil · 519 votosR$ 87,3
- Nicinha MDBR$ 18 mil · 227 votosR$ 78,4
- Mazé PDTR$ 12 mil · 209 votosR$ 59,2
- Luiz Da Decon DEMR$ 19 mil · 383 votosR$ 50,9
- Titio MDBR$ 22 mil · 555 votosR$ 39,2
- Maciel Do Pastor DEMR$ 26 mil · 677 votosR$ 37,8
- Imara MDBR$ 23 mil · 638 votosR$ 35,5
- Professor Anderson PTR$ 13 mil · 381 votosR$ 34,7
- Nonó DEMR$ 23 mil · 767 votosR$ 29,9
- Jackson Do Mague Grande REPUBLICANOSR$ 15 mil · 701 votosR$ 21,3
Votos por real
- 2008, vereador: 183 votos por R$ 1.000, 6,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.