Carlos Miguel
Arnaldo Francisco da Silva · nasceu em 1967
Carlos Miguel se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2024.
Passou por 5 partidos: MDB (2004), PSB (2008–2012), PDT (2016), AVANTE (2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlos Miguel declarou R$ 34,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 8.667, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlos Miguel declarou ao TSE R$ 9,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Jurema (PE) · PDT · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.24853,1%
- Próprio bolsoR$ 1.10146,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.24853,1%
- Material impressoR$ 85836,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 24310,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Jurema (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 11,4 por voto. Quem venceu, Tibú, gastou R$ 7,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,1; o mais barato, R$ 7,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Irmao Fernando CIDADANIAR$ 5,3 mil · 132 votosR$ 40,1
- Edvan Soares PTR$ 6,4 mil · 364 votosR$ 17,5
- Machadinho PLR$ 5,2 mil · 327 votosR$ 15,8
- Bosquinho De Dema PDTR$ 8,6 mil · 656 votosR$ 13,2
- Helio Cardoso PSLR$ 6 mil · 518 votosR$ 11,5
- Danilllo Sales PSBR$ 5,7 mil · 503 votosR$ 11,4
- Paulo De Petrônio PDTR$ 7,9 mil · 778 votosR$ 10,1
- Paulinho Da Rua Nova PLR$ 5,4 mil · 601 votosR$ 9,01
- Marreta De Julieta PSBR$ 6,7 mil · 820 votosR$ 8,14
- Josa De Deda PLR$ 5,6 mil · 700 votosR$ 7,98
- Tibú PLR$ 7,6 mil · 1.059 votosR$ 7,14
Votos por real
- 2016, vereador: 158 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 311 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 339 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 62 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.