Carlos Lopes
Carlos Lopes de Oliveira · nasceu em 1968
Carlos Lopes se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 4 partidos: MOBILIZA (2008), PC do B (2012), PHS (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlos Lopes declarou R$ 66,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 190 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Lopes declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Borba (AM) · PHS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 1.61968%
- Material impressoR$ 76132%
Quanto custou cada voto: vereador, Borba (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 26 por voto. Quem venceu, Luis Almeida, gastou R$ 9,91 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,7; o mais barato, R$ 9,91.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alberico Birola MOBILIZAR$ 4,4 mil · 55 votosR$ 80,7
- Antonio Menezes Queiroz PSLR$ 4,9 mil · 63 votosR$ 78,1
- Camões PTBR$ 5,6 mil · 139 votosR$ 40,1
- Pedro Brandão AGIRR$ 5,5 mil · 138 votosR$ 39,5
- Gabriel Do Fortaleza MOBILIZAR$ 16 mil · 441 votosR$ 35,2
- Amarildo Catica MOBILIZAR$ 7,8 mil · 266 votosR$ 29,3
- Gutiel SOLIDARIEDADER$ 9,2 mil · 353 votosR$ 26
- Cartolinha SOLIDARIEDADER$ 9 mil · 373 votosR$ 24,1
- Jorge Machado MDBR$ 7,5 mil · 322 votosR$ 23,3
- Denes Coimbra PTBR$ 7,2 mil · 447 votosR$ 16,2
- Tadeu PLR$ 5,4 mil · 517 votosR$ 10,5
- Luis Almeida MDBR$ 5,4 mil · 550 votosR$ 9,91
Votos por real
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.