Carlos Lopes
Carlos Roberto Lopes da Silva · nasceu em 1956
Carlos Lopes se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRP (2004), PSB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, ensino médio, servidor público federal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Carlos Lopes declarou R$ 284,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 225,5 mil acima da inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Lopes declarou ao TSE R$ 8,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Paulista (PE) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Paulista (PE), 2012
Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Tonico, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jane De Bocão PPR$ 113 mil · 826 votosR$ 137
- Eudes Farias PPR$ 72 mil · 1.236 votosR$ 58,6
- Fabio Porto PC do BR$ 54 mil · 950 votosR$ 57
- Edmilson Do Pagode PTBR$ 64 mil · 1.920 votosR$ 33,1
- Marcio Melo PPR$ 28 mil · 862 votosR$ 32,4
- Aluizio Camilo PTR$ 43 mil · 1.490 votosR$ 28,6
- Fabiano Paz PSDBR$ 57 mil · 2.163 votosR$ 26,2
- Iranildo PHSR$ 43 mil · 1.839 votosR$ 23,6
- Junior De Irma Linda PPR$ 25 mil · 1.253 votosR$ 19,6
- Robertinho PC do BR$ 40 mil · 2.306 votosR$ 17,2
- Fábio Barros PTR$ 28 mil · 1.907 votosR$ 14,7
- Tonico PSBR$ 51 mil · 3.610 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2012, vereador: 117 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 271 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.