Carlos Henrique
Carlos Henrique Gonçalves · nasceu em 1963
Carlos Henrique disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Pontes Gestal (SP)), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 45 anos, até o fundamental, pecuarista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Carlos Henrique declarou R$ 841,3 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Carlos HenriqueR$ 841,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Carlos Henrique declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Pontes Gestal (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 1.20539,8%
- Próprio bolsoR$ 80626,6%
- PessoasR$ 75024,8%
- EmpresasR$ 2688,8%
Para onde foi
- OutrosR$ 1.95564,5%
- TransporteR$ 93730,9%
- EscritórioR$ 1374,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Pontes Gestal (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 64,9 por voto. Quem venceu, Alex Do Bagrinho, gastou R$ 29,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 278; o mais barato, R$ 29,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Geracina PDTR$ 3,1 mil · 11 votosR$ 278
- Edna Do Paulo MDBR$ 3,1 mil · 35 votosR$ 88,7
- Cirinho PDTR$ 7,1 mil · 85 votosR$ 83,4
- Aladeir PDTR$ 4,5 mil · 55 votosR$ 82,4
- Reuel Fernandes PSDBR$ 3,1 mil · 45 votosR$ 69,7
- Murilão MDBR$ 4,1 mil · 63 votosR$ 65,9
- Miguel Batista PDTR$ 7,7 mil · 118 votosR$ 64,9
- Tricolor PSDBR$ 3,6 mil · 59 votosR$ 61,2
- Fabiano CIDADANIAR$ 3,5 mil · 65 votosR$ 53,4
- Sidnilson MDBR$ 4,6 mil · 101 votosR$ 45,3
- Vartinho CIDADANIAR$ 4,1 mil · 104 votosR$ 39,4
- Alex Do Bagrinho PSDBR$ 3,6 mil · 122 votosR$ 29,2
Votos por real
- 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.