Apuração
Vereador · 2012 · PSD

Carlos Gordo

Carlos Cesar Albertini Calvo · nasceu em 1963

Carlos Gordo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,01← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008PSB2012PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSB (2004–2008), PSD (2012).

VereadorPartidoPSBPSD20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Diamantino (MT)
    PSD 55432· direita
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Diamantino (MT)
    PSB 40555· centro-esquerda
    suplente
  3. 2004
    Vereador · Diamantino (MT)
    PSB 40555· centro-esquerda· na urna, Carlos Gordo - Carlos
    suplente231 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlos Gordo declarou R$ 161,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

Em 2012, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 161,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.

  • Carlos GordoR$ 161,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 161,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Gordo declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 23 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Diamantino (MT) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 16,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,7 mil.
  1. PartidoR$ 13,2 mil78,8%
  2. PessoasR$ 3.46620,7%
  3. Próprio bolsoR$ 870,5%

Para onde foi

R$ 16,7 mil
O maior gasto foi com transporte: 32% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,7 mil.
  1. TransporteR$ 5.42632,4%
  2. PessoalR$ 5.38932,2%
  3. ServiçosR$ 3.24919,4%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 2.16612,9%
  5. Material impressoR$ 5163,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Diamantino (MT), 2012

Mediana da disputa: R$ 121 por voto. Quem venceu, Bodão, gastou R$ 48,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 907; o mais barato, R$ 48,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • João Serrou PSDBR$ 44 mil · 48 votosR$ 907
  • Irene Cocco DEMR$ 31 mil · 67 votosR$ 469
  • Armando MDBR$ 30 mil · 70 votosR$ 426
  • Maldaner MDBR$ 30 mil · 79 votosR$ 377
  • Tião Da Guimatra PLR$ 33 mil · 199 votosR$ 165
  • Marcio Mendes CIDADANIAR$ 46 mil · 299 votosR$ 154
  • Sandro Coelho MDBR$ 62 mil · 511 votosR$ 121
  • Dr Manoel PPR$ 54 mil · 557 votosR$ 97,3
  • Edilson Sampaio PDTR$ 29 mil · 371 votosR$ 78,8
  • Carlinhos Gaino PSDR$ 29 mil · 538 votosR$ 54,2
  • Gisa PSBR$ 35 mil · 643 votosR$ 54,2
  • Bodão PSDBR$ 32 mil · 669 votosR$ 48,1

Votos por real

  • 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.