Apuração
Vereador · 2012 · PSD

Carlos Ferrari Carlinho

Carlos Antônio Silveira Ferrari · nasceu em 1958

Carlos Ferrari Carlinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2008PV2012PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PV (2004–2008), PSD (2012).

VereadorPartidoPVPSD20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 54 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSD 55456· direita
    suplente292 votos
  2. 2008
    PV 43456· centro-esquerda· na urna, Carlinho
    eleito344 votos
  3. 2004
    PV 43456· centro-esquerda· na urna, Carlinho
    eleito420 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Carlos Ferrari Carlinho declarou R$ 175,3 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 67,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 175,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2012.

  • Carlos Ferrari CarlinhoR$ 175,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 43,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 175,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Ferrari Carlinho declarou ao TSE R$ 9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Ipixuna do Pará (PA) · PV · eleito

De onde veio

R$ 7.299
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.299.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 5.21671,5%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 1.54221,1%
  3. Outros candidatosTudo de José Orlando FreireR$ 3865,3%
  4. Próprio bolsoR$ 1552,1%

Para onde foi

R$ 7.299
O maior gasto foi com outros: 98% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.299. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 1552,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Ipixuna do Pará (PA), 2008

Mediana da disputa: R$ 52,6 por voto. Quem venceu, Evandro Da Sucam, gastou R$ 28,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 144; o mais barato, R$ 28,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jenner Braga MDBR$ 21 mil · 144 votosR$ 144
  • Marcio Do Conselho PPR$ 17 mil · 134 votosR$ 125
  • Lúcio DEMR$ 18 mil · 164 votosR$ 109
  • Yuri Fonseca MDBR$ 55 mil · 513 votosR$ 108
  • Naná PSDBR$ 12 mil · 159 votosR$ 72,7
  • Ari Preto PTBR$ 13 mil · 248 votosR$ 52,8
  • Dr. Junior Biolab CIDADANIAR$ 16 mil · 299 votosR$ 52,6
  • Antonio Cachoeira PPR$ 10 mil · 203 votosR$ 50,3
  • Doutora Auta PTR$ 16 mil · 406 votosR$ 39,4
  • Cida PDTR$ 8,2 mil · 225 votosR$ 36,5
  • Irmão Carlos PTR$ 10 mil · 368 votosR$ 28,1
  • Evandro Da Sucam PPR$ 7,6 mil · 272 votosR$ 28,1

Votos por real

  • 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 246 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.