Carlos Enfermeiro
Carlos Alexandre Cunha · nasceu em 1981
Carlos Enfermeiro se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PV (2008), PSD (2012–2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 43 anos, superior completo, enfermeiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Monte Carmelo (MG)PP 22· direitaNa chapa de Marciachapa não eleita9.351 votos da chapa, 34,8%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Carlos Enfermeiro declarou R$ 760,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 519,9 mil acima da inflação.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Um imovel casa residencialR$ 193,9 milCasa
- Uma casa de moradaR$ 177,3 milCasa
- Brasilprev VGBLR$ 89,4 milPrevidência VGBL
- Saldo aplicado em conta poupancaR$ 81 milCaderneta de poupança
- Saldo cardeneta de poupánçaR$ 71,8 milCaderneta de poupança
- Banco do brasil rende facilR$ 71,8 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Um veiculo esp/caminhonete/ab/c dupR$ 57,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo gm/corsa sedan premiumR$ 18,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlos Enfermeiro declarou ao TSE R$ 792 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 736 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Monte Carmelo (MG) · PSD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.66192,3%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Paulo Rodrigues Rocha PrefeitoR$ 4747,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Carmelo (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,6 por voto. Quem venceu, Soraya Do Hospital, gastou R$ 4,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 110; o mais barato, R$ 4,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Milene Dornelas MDBR$ 4,6 mil · 42 votosR$ 110
- Wilson Dornelas MDBR$ 10 mil · 554 votosR$ 18,4
- Renata Farmaceutica PSDR$ 8,5 mil · 576 votosR$ 14,8
- Edinho Transporte PSDR$ 11 mil · 799 votosR$ 13,6
- Amir Batata PSDR$ 13 mil · 991 votosR$ 12,9
- Cabo Souza SOLIDARIEDADER$ 8,1 mil · 662 votosR$ 12,2
- Pernambuco MDBR$ 6,8 mil · 640 votosR$ 10,6
- Fabio Goncalves PLR$ 6,4 mil · 618 votosR$ 10,3
- Simone Teles Professora PSDR$ 4,5 mil · 463 votosR$ 9,78
- Celino Do Gás MDBR$ 4,7 mil · 552 votosR$ 8,51
- Joao Nunes PLR$ 6,9 mil · 825 votosR$ 8,38
- Soraya Do Hospital MDBR$ 7,3 mil · 1.561 votosR$ 4,70
Votos por real
- 2020, vereador: 322 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 221 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 8,7 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.