Carlos Eduardo Ulmi
nasceu em 1991
Carlos Eduardo Ulmi se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PSD (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 29 anos, até o fundamental, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlos Eduardo Ulmi declarou R$ 1.862 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 129,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Carlos Eduardo UlmiR$ 1.862
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Eduardo Ulmi declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,4 mil, 15% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Muçum (RS) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 92885,8%
- TransporteR$ 14213,1%
- EscritórioR$ 131,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Muçum (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 18,4 por voto. Quem venceu, Fabio Michelon, gastou R$ 9,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 9,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Robson Araujo PPR$ 2,3 mil · 11 votosR$ 212
- Katia Buza PPR$ 2,5 mil · 17 votosR$ 144
- Maristela Pasqualetto PSDBR$ 2,3 mil · 16 votosR$ 142
- Profe Silvia Pelegrini PPR$ 3,4 mil · 106 votosR$ 32,2
- Beto Barronio PPR$ 2,2 mil · 81 votosR$ 27,4
- Marcos A Bastiani PSDBR$ 3,2 mil · 168 votosR$ 19,2
- Gilmar Marcolin PSDBR$ 2,4 mil · 132 votosR$ 18,4
- Leo Bagnara PSDR$ 3 mil · 188 votosR$ 15,8
- Jonas Boaro PSDBR$ 1,9 mil · 135 votosR$ 14,4
- Renato Zortea PSDBR$ 2,3 mil · 161 votosR$ 14,2
- Elton Pezzi PPR$ 1,9 mil · 185 votosR$ 10,2
- Fabio Michelon MDBR$ 2,2 mil · 243 votosR$ 9,07
Votos por real
- 2016, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.