Apuração
Deputado estadual · 2006 · PP

Carlos Domingos

nasceu em 1962

Carlos Domingos se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PP2006PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PP.

Dep. estadualPartidoPP200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 44 anos, até o fundamental, motorista particular. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PP 11221· direita
    suplente557 votos; 589º mais votado de 852 no estado
  2. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PP 11221· direita
    suplente1.057 votos; 416º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Carlos Domingos teve 557 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 589º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 108 cidades. Belo Horizonte deu 19,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 63,2%.

557 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 557 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)106 votos19%
  2. Montes Claros (MG)46 votos8,3%
  3. Espinosa (MG)37 votos6,6%
  4. Bocaiúva (MG)29 votos5,2%
  5. Contagem (MG)18 votos3,2%
  6. Outras 93 cidades205 votos36,8%
As outras 1 eleições para deputado
1.057 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.057 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)173 votos16,4%
  2. Montes Claros (MG)63 votos6%
  3. Porteirinha (MG)53 votos5%
  4. Monte Azul (MG)49 votos4,6%
  5. Santos Dumont (MG)41 votos3,9%
  6. Outras 176 cidades449 votos42,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Domingos declarou ao TSE R$ 7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 5,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Minas Gerais · PP · suplente

De onde veio

R$ 5.304
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 5.304
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 9,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 105 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 625 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.