Carlos de Dino
Carlos Roberto Marques Resende · nasceu em 1963
Carlos de Dino se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2008), PSD (2012), PHS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, ensino médio, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlos de Dino declarou R$ 334,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 195,8 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Carlos de DinoR$ 334,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 1 Sítio localizado na zona rural da estiva em teixeirasR$ 162,5 milTerreno rural
- 1 Casa na rua coronel antônio de pádua bittencourtR$ 113,7 milCasa
- 1 Automóvel vectra ano 2.006R$ 39 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1 Automóvel fia pálio ano 2.007R$ 19,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlos de Dino declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Teixeiras (MG) · PHS · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comissao Provisoria Partido Phs Teixeiras/MgR$ 2.32552,5%
- Próprio bolsoR$ 1.76239,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2435,5%
- Outros candidatosR$ 972,2%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 2435,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Teixeiras (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 115 por voto. Quem venceu, Júlio De Bartinho, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.035; o mais barato, R$ 15,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Bosco PDTR$ 13 mil · 13 votosR$ 1.035
- Toninho De Vivi PDTR$ 8,4 mil · 34 votosR$ 248
- Agda Eustáquio SOLIDARIEDADER$ 6,4 mil · 32 votosR$ 201
- Edinho Da Fartura PSBR$ 20 mil · 110 votosR$ 179
- Luís Bhering PSBR$ 8,8 mil · 52 votosR$ 169
- Ribeiro Quarentão PSBR$ 8,8 mil · 66 votosR$ 133
- Pedrinho Salazar PVR$ 8,9 mil · 77 votosR$ 115
- Walmir Do Patrimônio PVR$ 16 mil · 175 votosR$ 91,6
- Nénen De Chichico PVR$ 8,3 mil · 202 votosR$ 41,3
- Maria De Lourdes PSBR$ 13 mil · 348 votosR$ 37,6
- Bruno Da Rua Nova PTBR$ 8,5 mil · 351 votosR$ 24,3
- Júlio De Bartinho MDBR$ 6,4 mil · 403 votosR$ 15,9
Votos por real
- 2016, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.