Carlos da Martins
Carlos Simeao Peixoto Ramos · nasceu em 1967
Carlos da Martins se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PT (2008), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, representante comercial, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Carlos da Martins declarou R$ 56,6 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2008.
- Carlos da MartinsR$ 56,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos da Martins declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Oeiras do Pará (PA) · PP · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.50054,6%
- Próprio bolsoR$ 1.24545,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Oeiras do Pará (PA), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,5 por voto. Quem venceu, Branco Manga, gastou R$ 5,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 171; o mais barato, R$ 5,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tiago Moraes PSDR$ 5,3 mil · 31 votosR$ 171
- Bruno Magalhães PSDR$ 5,3 mil · 40 votosR$ 133
- Preto Marques PSDR$ 5,3 mil · 72 votosR$ 73,7
- Saul Farias PTR$ 3,6 mil · 57 votosR$ 63,8
- Roberta Araujo MOBILIZAR$ 14 mil · 307 votosR$ 46,1
- Malena Batista PSDR$ 7,4 mil · 170 votosR$ 43,7
- Renata Sarges PSCR$ 6 mil · 138 votosR$ 43,5
- Edson Farias PLR$ 9,7 mil · 441 votosR$ 21,9
- Josiel Maciel PSCR$ 12 mil · 779 votosR$ 16
- Paulo Miranda MDBR$ 6,5 mil · 513 votosR$ 12,7
- Mara Nahum PDTR$ 6,4 mil · 565 votosR$ 11,3
- Branco Manga MDBR$ 4,2 mil · 811 votosR$ 5,24
Votos por real
- 2020, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.