Carlos da Mariana
Carlos Roberto Ferreira · nasceu em 1954
Carlos da Mariana se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PSDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlos da Mariana declarou R$ 346,1 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 65,6 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Carlos da MarianaR$ 346,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial na rua jose apolinario de andrade 792R$ 162,5 milCasa
- Chacara situado no bairro messiasR$ 162,5 milTerra nua
- Veiculo marca VW fusca ano 1996R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo marca VW fusca ano 1997R$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlos da Mariana declarou ao TSE R$ 6,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Ibitiúra de Minas (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.06964,6%
- Outros candidatosR$ 58635,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 70842,8%
- Material impressoR$ 45227,3%
- ServiçosR$ 40524,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 915,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Ibitiúra de Minas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 18,8 por voto. Quem venceu, Alexandre Da Ambulancia, gastou R$ 9,54 por voto. O voto mais caro custou R$ 170; o mais barato, R$ 9,54.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Patricia Da Dona Edna PLR$ 4,2 mil · 25 votosR$ 170
- Eduardo Do Donizeu PTBR$ 5,3 mil · 106 votosR$ 49,6
- Odair Pintor PSDR$ 1,9 mil · 44 votosR$ 42,8
- Magal DEMR$ 3 mil · 77 votosR$ 38,4
- Amarin Israel MDBR$ 4,6 mil · 215 votosR$ 21,4
- Zé Carlos Quemel PSDBR$ 1,7 mil · 88 votosR$ 19,5
- Lico PLR$ 2,6 mil · 136 votosR$ 18,8
- Coruja DEMR$ 3,6 mil · 221 votosR$ 16,4
- Tcheca PSDBR$ 2 mil · 168 votosR$ 12,1
- Zé Da Dezil PSDBR$ 1,9 mil · 174 votosR$ 10,8
- Gordo Do Seu Ozorio PSDBR$ 2,2 mil · 217 votosR$ 10,3
- Alexandre Da Ambulancia PROSR$ 2,2 mil · 226 votosR$ 9,54
Votos por real
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.