Carlos Costa
Carlos Ferreira da Costa Filho · nasceu em 1958
Carlos Costa se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PTB (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlos Costa declarou R$ 579,2 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 423,4 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Carlos CostaR$ 579,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa financiada pela caixa econômica federalR$ 487,4 milCasa
- Veículo fiesta 2012 financiado em 36 parcelasR$ 35,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quotas de capital da empresa sociedade rádio clube de…R$ 16,8 milAções
- Pick up corsa 1997R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Ford pampa gl 1997R$ 14,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Ford del rey belina 1991R$ 7.311Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- VGBL do banco do brasilR$ 1.085Previdência VGBL
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Costa declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Varginha (MG) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.47490,2%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4869,8%
Para onde foi
- EscritórioR$ 100,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Varginha (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,4 por voto. Quem venceu, Leonardo Ciacci, gastou R$ 7,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 7,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cido Dentista PPR$ 42 mil · 281 votosR$ 149
- Delegado Celso Avila PSBR$ 34 mil · 737 votosR$ 46,2
- Racibe Da Acrenoc PTBR$ 35 mil · 1.140 votosR$ 31
- Dr. Adilson PSCR$ 27 mil · 1.033 votosR$ 25,9
- Pastor Fausto PLR$ 32 mil · 1.316 votosR$ 24,6
- Zé Morais PPR$ 22 mil · 910 votosR$ 23,6
- Dudu Ottoni PTBR$ 24 mil · 1.557 votosR$ 15,4
- Joãozinho Enfermeiro PSCR$ 17 mil · 1.206 votosR$ 14,5
- Zacarias Piva PPR$ 15 mil · 1.071 votosR$ 13,6
- Doutor Alencar Faleiros PSDBR$ 12 mil · 1.057 votosR$ 11,5
- Dr. Guedes PTBR$ 15 mil · 1.541 votosR$ 9,87
- Leonardo Ciacci PPR$ 19 mil · 2.441 votosR$ 7,85
Votos por real
- 2016, vereador: 552 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.