Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Carlos Chaise

Carlos Eduardo Chaise · nasceu em 1961

Carlos Chaise se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB−0,05← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2002), MDB (2008).

Dep. estadualVereadorPartidoPDTMDB2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 47 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    MDB 15115· centro
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PDT 12222· centro-esquerda
    suplente7.151 votos; 201º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Carlos Chaise teve 7.151 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 201º lugar entre 461 candidatos.

Recebeu votos em 215 cidades. Porto Alegre deu 33,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 71,0%.

7.151 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 7.151 votos.
  1. Porto Alegre (RS)2.406 votos33,6%
  2. São Leopoldo (RS)292 votos4,1%
  3. Tramandaí (RS)276 votos3,9%
  4. Dom Pedrito (RS)213 votos3%
  5. Sant'ana do Livramento (RS)213 votos3%
  6. Outras 200 cidades2.073 votos29%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlos Chaise declarou R$ 359,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 359,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 133.346 na declaração)

Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Carlos ChaiseR$ 359,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 359,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Chaise declarou ao TSE R$ 358 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 184 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Porto Alegre (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 184,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 184,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 83,8 mil45,5%
  2. PessoasR$ 70,3 mil38,1%
  3. EmpresasR$ 28,8 mil15,6%
  4. Outros candidatosR$ 1.3760,7%

Para onde foi

R$ 184,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 184,3 mil.
  1. Material impressoR$ 133 mil72,1%
  2. EscritórioR$ 14,8 mil8%
  3. OutrosR$ 10,1 mil5,5%
  4. ServiçosR$ 10,1 mil5,5%
  5. TransporteR$ 9.5215,2%
  6. EventosR$ 6.7683,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 57,4 por voto. Quem venceu, Maurício Dziedricki, gastou R$ 33,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,4; o mais barato, R$ 33,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 41 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.