Apuração
Vereador · 2024 · UNIÃO

Candinho

Carlos Antônio Candinho · nasceu em 1966

Candinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoUNIÃO+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008PSL2012PSL2016PSL2020PDT2024UNIÃO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.

Passou por 4 partidos: PSB (2004), PSL (2008–2016), PDT (2020), UNIÃO (2024).

VereadorPartidoPSBPSLPDTUNIÃO’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 58 anos, até o fundamental, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: branca em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Carangola (MG)
    UNIÃO 44609· direita
    eleito783 votos
  2. 2020
    Vereador · Carangola (MG)
    PDT 12609· centro-esquerda
    eleito538 votos
  3. 2016
    Vereador · Carangola (MG)
    PSL 17609· direita
    eleito812 votos
  4. 2012
    Vereador · Carangola (MG)
    PSL 17609· direita
    eleito704 votos
  5. 2008
    Vereador · Carangola (MG)
    PSL 17609· direita
    eleito1.484 votos
  6. 2004
    Vereador · Carangola (MG)
    PSB 40609· centro-esquerda· na urna, Carlos Candinho
    eleito545 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Candinho declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 20 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Carangola (MG) · UNIÃO · eleito

De onde veio

R$ 8.586
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.586.
  1. Próprio bolsoR$ 6.39874,5%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.18725,5%

Para onde foi

R$ 6.398
O maior gasto foi com material impresso: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.398. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Souza Nery LtdaR$ 68910,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Carangola (MG), 2024

Candinho: R$ 8,17 por voto (mediana da disputa, R$ 19,7). Quem venceu, Luciano Amaral, gastou R$ 6,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.060; o mais barato, R$ 6,22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Candinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.