Carlos Caburé
Carlos Leite Meira · nasceu em 1951
Carlos Caburé se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlos Caburé declarou R$ 143,6 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 481,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Carlos CaburéR$ 143,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Caburé declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Maiquinique (BA) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Maiquinique (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,00 por voto. Quem venceu, Edimar De Tuíla, gastou R$ 2,47 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,7; o mais barato, R$ 2,47.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Meira DEMR$ 5,3 mil · 131 votosR$ 40,7
- Jô Da Extrativa SOLIDARIEDADER$ 1,5 mil · 37 votosR$ 39,9
- Chico Batoré SOLIDARIEDADER$ 3,5 mil · 279 votosR$ 12,4
- Nap S SOLIDARIEDADER$ 1,5 mil · 140 votosR$ 10,4
- Léo De Minininha SOLIDARIEDADER$ 1,5 mil · 157 votosR$ 9,46
- Mira De Valdete DEMR$ 1,6 mil · 166 votosR$ 9,43
- Fabrício Lacerda SOLIDARIEDADER$ 1,2 mil · 128 votosR$ 9,00
- Ezequiel Ferraz PODER$ 2,5 mil · 289 votosR$ 8,67
- Professor Lício DEMR$ 1,1 mil · 228 votosR$ 5,01
- Carmélia DEMR$ 1 mil · 268 votosR$ 3,73
- Danilo Mendonça DEMR$ 1 mil · 350 votosR$ 2,86
- Edimar De Tuíla DEMR$ 954 · 386 votosR$ 2,47
Votos por real
- 2016, prefeito: 41 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.