Carlos André
Carlos André da Silva Pacheco · nasceu em 1988
Carlos André se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2012), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 28 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlos André declarou R$ 130 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos André declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Nova Olinda do Norte (AM) · PROS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.47396%
- Outros candidatosR$ 1464%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.82678,1%
- PessoalR$ 48613,4%
- ServiçosR$ 1624,5%
- Material impressoR$ 1464%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Olinda do Norte (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 47 por voto. Quem venceu, Bode, gastou R$ 19,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,4; o mais barato, R$ 19,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Azemar Junior MOBILIZAR$ 23 mil · 238 votosR$ 95,4
- Neto Carvalho DCR$ 15 mil · 179 votosR$ 83
- Dra Guaracy PSDR$ 18 mil · 245 votosR$ 74,1
- Neide PSCR$ 11 mil · 166 votosR$ 67,8
- Dr.Romano PPR$ 22 mil · 389 votosR$ 57,6
- Wescley Do Ferraz DEMR$ 8,7 mil · 182 votosR$ 48
- Luciellem Marques MDBR$ 9 mil · 191 votosR$ 47
- Almir Sá PRPR$ 8,6 mil · 204 votosR$ 42,2
- Moises Do Zeca PTBR$ 14 mil · 332 votosR$ 42,1
- Josias Aguiar PODER$ 15 mil · 404 votosR$ 37,6
- Carlinhos Lopes SOLIDARIEDADER$ 11 mil · 460 votosR$ 24,1
- Bode PPR$ 10 mil · 540 votosR$ 19,3
Votos por real
- 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.