André do Sintracal
Carlos André dos Santos · nasceu em 1977
André do Sintracal se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.
Passou por 2 partidos: PT (2008–2022), SOLIDARIEDADE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, superior incompleto, industrial, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, André do Sintracal teve 4.414 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 166º lugar entre 669 candidatos.
Recebeu votos em 283 cidades. Conceição do Coité deu 25,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, André do Sintracal declarou R$ 24,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 40,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- André do SintracalR$ 24,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, André do Sintracal declarou ao TSE R$ 220 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 133 mil, 81% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Jequié (BA) · SOLIDARIEDADE · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 36,7 mil88,2%
- Próprio bolsoR$ 4.92211,8%
Para onde foi
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 6.57915,8%
- PessoalR$ 4.37510,5%
- TransporteR$ 3.2817,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Jequié (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 22 por voto. Quem venceu, Junior Braga, gastou R$ 14,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 330; o mais barato, R$ 14,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ray Da Cocada PSDR$ 49 mil · 149 votosR$ 330
- Rebeca Porto Da Saúde PSDR$ 49 mil · 336 votosR$ 146
- Eduarda Costa PSDR$ 49 mil · 916 votosR$ 53,7
- Moana Meira PSDR$ 49 mil · 1.251 votosR$ 39,3
- Joaquim Caires PPR$ 49 mil · 1.647 votosR$ 29,9
- San UNIÃOR$ 48 mil · 1.964 votosR$ 24,5
- Dr Walmiral Marinho PPR$ 49 mil · 2.241 votosR$ 22
- Matheus Budega UNIÃOR$ 50 mil · 2.340 votosR$ 21,5
- Aroldo Brito PPR$ 50 mil · 2.519 votosR$ 19,8
- Bui Bulhões PPR$ 49 mil · 2.783 votosR$ 17,8
- Helder Da Agrorural PPR$ 51 mil · 2.908 votosR$ 17,5
- Junior Braga PPR$ 49 mil · 3.429 votosR$ 14,4
Votos por real
- 2024, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2022, deputado federal: 41 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.