Carlos Alberto
Carlos Alberto Baptista Junior · nasceu em 1966
Carlos Alberto disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Camaquã (RS)), pelo MDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlos Alberto declarou R$ 13 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 18% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Carlos AlbertoR$ 13 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Carlos Alberto declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, em reais de hoje, 13% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Camaquã (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 2.42958,5%
- PessoasR$ 89121,5%
- Fundo partidárioR$ 52512,6%
- Próprio bolsoR$ 3087,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.26178,5%
- ServiçosR$ 89121,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Camaquã (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 45,1 por voto. Quem venceu, Vinícios Araújo, gastou R$ 24,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 24,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fernando Vencato DEMR$ 23 mil · 167 votosR$ 139
- Dr. Ivan Feloniuk PDTR$ 35 mil · 291 votosR$ 121
- Clayton Dworzecki MDBR$ 28 mil · 412 votosR$ 68,3
- Arcibio Gouvêa PDTR$ 36 mil · 555 votosR$ 64,8
- Claiton Duarte MDBR$ 24 mil · 478 votosR$ 49,6
- Marco Aurélio PTBR$ 19 mil · 408 votosR$ 45,8
- Edmundo Peter PTBR$ 24 mil · 539 votosR$ 45,1
- Abner Dillmann MDBR$ 19 mil · 524 votosR$ 37,1
- Fulvio Lessa Da Rosa DEMR$ 20 mil · 572 votosR$ 34,8
- Marco Longaray PTR$ 22 mil · 834 votosR$ 26,8
- Ronaldo Renocar PPR$ 20 mil · 768 votosR$ 26,3
- Vinícios Araújo MDBR$ 25 mil · 1.041 votosR$ 24,1
Votos por real
- 2016, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.