Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Carlos

Carlos Roberto Rodrigues · nasceu em 1959

Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2004), MDB (2016).

VereadorPartidoPLMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15015· centro-direita
    suplente85 votos
  2. 2004
    PL 22123· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Carlos declarou R$ 265,6 mil em bens, em reais de hoje: 9,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 265,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 163.500 na declaração)

Declarou 9,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • CarlosR$ 265,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 265,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Carlos declarou ao TSE R$ 567 em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Carvalhópolis (MG) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 567
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 542
O maior gasto foi com material impresso: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 542.
  1. Material impressoR$ 30055,2%
  2. TransporteR$ 24344,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Carvalhópolis (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 57,3 por voto. Quem venceu, Déia, gastou R$ 28,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 420; o mais barato, R$ 28,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Zetinha PTR$ 3,4 mil · 8 votosR$ 420
  • Emílio REPUBLICANOSR$ 4,1 mil · 35 votosR$ 116
  • Jurando Jura PSDR$ 4,5 mil · 39 votosR$ 115
  • Alfranio PLR$ 7,6 mil · 89 votosR$ 85,4
  • Joaquinzinho PSBR$ 5,4 mil · 66 votosR$ 82
  • Denil PTR$ 7,9 mil · 106 votosR$ 74,5
  • Carlinho PSDR$ 3,8 mil · 67 votosR$ 57,3
  • Zé Lucas REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 79 votosR$ 53,6
  • Dênis REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 79 votosR$ 44,7
  • Alexandre PLR$ 4,6 mil · 128 votosR$ 36,1
  • Luciano PLR$ 3,6 mil · 106 votosR$ 34
  • Déia REPUBLICANOSR$ 4 mil · 137 votosR$ 28,9

Votos por real

  • 2016, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.