Carlo Borges
Claudemir de Oliveira Borges · nasceu em 1965
Carlo Borges se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 2 partidos: MDB (2008), PSDB (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlo Borges declarou R$ 607,6 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 486,3 mil acima da inflação.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Carlo BorgesR$ 607,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlo Borges declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sombrio (SC) · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.40171,2%
- Outros candidatosR$ 2.26425,2%
- PessoasR$ 3243,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.05445,1%
- Material impressoR$ 4.04545%
- ServiçosR$ 6487,2%
- EscritórioR$ 2412,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Sombrio (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Peri, gastou R$ 12,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,8; o mais barato, R$ 12,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 5 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Cacai Amorim PSDR$ 17 mil · 207 votosR$ 80,8
- Donisete PSDR$ 14 mil · 339 votosR$ 41,6
- Nano Freitas PSDR$ 15 mil · 541 votosR$ 28,4
- Juca PPR$ 11 mil · 400 votosR$ 26,8
- Edson Porrok PPR$ 12 mil · 534 votosR$ 23
- Professor Marcello PTR$ 9,9 mil · 737 votosR$ 13,5
- Peri PPR$ 11 mil · 892 votosR$ 12,3
Votos por real
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.