Carlito
Antonio Carlos Silva · nasceu em 1965
Carlito se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2016), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, eletricista e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlito declarou R$ 57,5 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 36,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.
- CarlitoR$ 57,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Carlito declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Cocal (PI) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Sieart Grafica E Editora Ltda - MeR$ 68311,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Cocal (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,1 por voto. Quem venceu, Mateus Mendonca, gastou R$ 17,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 175; o mais barato, R$ 17,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fransquinha Do Itapecuru PSDBR$ 14 mil · 78 votosR$ 175
- Chico Do Orlando AGIRR$ 10 mil · 60 votosR$ 168
- Marilene Almeida PSDR$ 15 mil · 339 votosR$ 44,8
- Carlao PSDBR$ 12 mil · 364 votosR$ 31,7
- Zé Luis PTR$ 14 mil · 529 votosR$ 26,4
- Joaquim Dade PSDR$ 14 mil · 513 votosR$ 26,3
- Chico Do Nego PSDBR$ 15 mil · 569 votosR$ 26,1
- Dr Breno REPUBLICANOSR$ 11 mil · 486 votosR$ 22
- Tarcisio Do Gesso PSDR$ 14 mil · 671 votosR$ 20,4
- Toinho Enfermeiro PSDR$ 12 mil · 672 votosR$ 18,5
- Evandro Mano PSDBR$ 13 mil · 701 votosR$ 18,3
- Mateus Mendonca PSDBR$ 12 mil · 671 votosR$ 17,2
Votos por real
- 2016, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.