Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Carlinhos Padeiro

Luiz Carlos Labigalini · nasceu em 1947

Carlinhos Padeiro se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012PSD2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PSD (2012–2016).

VereadorPartidoMDBPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Oriente (SP)
    PSD 55678· direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Oriente (SP)
    PSD 55678· direita
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Oriente (SP)
    MDB 15678· centro· na urna, Carlinho Padeiro
    suplente70 votos
  4. 2004
    Vereador · Oriente (SP)
    MDB 15678· centro· na urna, Carlinhos
    eleito97 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Carlinhos Padeiro declarou R$ 422,4 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 116,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 422,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 260.000 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Carlinhos PadeiroR$ 422,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 422,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlinhos Padeiro declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Oriente (SP) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 238
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 238.
  1. Outros candidatosR$ 16067,3%
  2. PessoasR$ 7832,7%

Para onde foi

R$ 238
O maior gasto foi com material impresso: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 238.
  1. Material impressoR$ 16067,3%
  2. ServiçosR$ 7832,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Oriente (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 17 por voto. Quem venceu, Monica Do Projeto, gastou R$ 7,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 215; o mais barato, R$ 7,75.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Leandro Do Deda PLR$ 2,2 mil · 10 votosR$ 215
  • Luciano Técnico Mallúcell PSDBR$ 1,9 mil · 11 votosR$ 177
  • Cezar Da Usina PSDBR$ 2,3 mil · 25 votosR$ 90,7
  • Micoquinho PLR$ 1,5 mil · 18 votosR$ 81
  • Salgadinho PSBR$ 5,9 mil · 156 votosR$ 37,9
  • Roni PVR$ 1,9 mil · 76 votosR$ 25,6
  • Caio Fernando PDTR$ 2,9 mil · 170 votosR$ 17
  • Tuti Do Espetinho PLR$ 1,7 mil · 123 votosR$ 13,6
  • Osvaldo Alonge PSDBR$ 2,6 mil · 200 votosR$ 13
  • Edinho PTBR$ 1,6 mil · 183 votosR$ 8,73
  • Rodolpho Moris PDTR$ 3,9 mil · 477 votosR$ 8,27
  • Monica Do Projeto SOLIDARIEDADER$ 1,7 mil · 217 votosR$ 7,75

Votos por real

  • 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.