Carlinho Gaúcho
Carlos Roberto Gomes · nasceu em 1954
Carlinho Gaúcho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: PP (2004), PSDB (2008–2012), PDT (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlinho Gaúcho declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 29,6 mil acima da inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Carlinho GaúchoR$ 43,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlinho Gaúcho declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Carmo de Minas (MG) · PDT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 43790,6%
- Fundo partidárioTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 459,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Carmo de Minas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 14 por voto. Quem venceu, Dudu Fisioterapeuta, gastou R$ 5,00 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,6; o mais barato, R$ 5,00.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Rita PTBR$ 3,6 mil · 42 votosR$ 85,6
- Dalva PHSR$ 7,4 mil · 110 votosR$ 67
- Sandra Professora PHSR$ 8,3 mil · 190 votosR$ 43,5
- Glauber PSLR$ 2,6 mil · 108 votosR$ 23,8
- Teixeirinha PPR$ 5,3 mil · 239 votosR$ 22,2
- Claudio Motorista PLR$ 3,7 mil · 201 votosR$ 18,5
- Marcelo Barbeiro PHSR$ 3,9 mil · 278 votosR$ 14
- Braz Rocha MDBR$ 2,8 mil · 280 votosR$ 9,95
- Marcão Do Taxi MDBR$ 2,9 mil · 291 votosR$ 9,90
- Marcelo Da Rubelia PPR$ 2,5 mil · 352 votosR$ 7,16
- Matias MDBR$ 1,7 mil · 285 votosR$ 6,08
- Dudu Fisioterapeuta PSBR$ 2 mil · 399 votosR$ 5,00
Votos por real
- 2016, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 260 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.