Carlinhos do Papelão
Antonio Carlos Gomes Garcia · nasceu em 1966
Carlinhos do Papelão se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlinhos do Papelão declarou R$ 127,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 18,1 mil acima da inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Carlinhos do PapelãoR$ 127,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlinhos do Papelão declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 40 mil, 46% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bagé (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 21,8 mil54,2%
- Fundo eleitoralR$ 15,6 mil38,7%
- Outros candidatosR$ 2.8307%
Para onde foi
- PessoalR$ 15,2 mil82,6%
- ServiçosR$ 3.02916,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1420,8%
- EscritórioR$ 250,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Bagé (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 53,1 por voto. Quem venceu, Augusto Lara, gastou R$ 27,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,8; o mais barato, R$ 27,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Caio Ferreira PDTR$ 42 mil · 645 votosR$ 65,8
- Adriane Simões Pires PLR$ 31 mil · 484 votosR$ 64,3
- Rafael Fuca PTBR$ 53 mil · 892 votosR$ 59,2
- Ricardo Morais PPR$ 29 mil · 504 votosR$ 58,2
- Professor Graciano DEMR$ 31 mil · 551 votosR$ 56,7
- Antenor Teixeira PPR$ 34 mil · 614 votosR$ 55,3
- Marlon Monteiro PTR$ 32 mil · 603 votosR$ 53,1
- Esquerda Carneiro PTBR$ 54 mil · 1.160 votosR$ 46,4
- Cleber Zuliani Carvalho PPR$ 28 mil · 667 votosR$ 42,4
- João Schardosim PTBR$ 38 mil · 937 votosR$ 41
- Ronaldo Hoesel PTBR$ 47 mil · 1.522 votosR$ 30,6
- Augusto Lara PTBR$ 31 mil · 1.123 votosR$ 27,2
Votos por real
- 2020, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.