Carlinhos do Embu
Carlos Alberto da Silva Noia · nasceu em 1960
Carlinhos do Embu se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2008), PSC (2012–2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012Vereador · Embu das Artes (SP)PSC 20500· direita· na urna, Carlinhos do Embu das Arteseleito915 votos
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Carlinhos do Embu declarou R$ 878,2 mil em bens, em reais de hoje: 40 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 454,9 mil acima da inflação.
Declarou 40 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Carlinhos do EmbuR$ 878,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 265,1 milCasa
- Prédio comercialR$ 248,6 milOutros bens e direitos
- SobradoR$ 220,9 milCasa
- Salão comercialR$ 143,6 milOutros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Carlinhos do Embu declarou ao TSE R$ 138 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 47 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Embu das Artes (SP) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 8.75055,9%
- Próprio bolsoR$ 6.89044,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.92272,2%
- TransporteR$ 1.09416%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5478%
- EscritórioR$ 1442,1%
- EventosR$ 1141,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Embu das Artes (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 72,1 por voto. Quem venceu, Boblel Castilho, gastou R$ 44,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 150; o mais barato, R$ 44,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Leite PTR$ 128 mil · 858 votosR$ 150
- Abidan Henrique PSBR$ 519 mil · 3.875 votosR$ 134
- Everaldo Lulinha PTR$ 166 mil · 1.350 votosR$ 123
- Léo Novais PLR$ 246 mil · 2.194 votosR$ 112
- Doda Pinheiro AVANTER$ 123 mil · 1.230 votosR$ 100
- Gilson Oliveira REPUBLICANOSR$ 186 mil · 2.478 votosR$ 75
- Abel Arantes SOLIDARIEDADER$ 164 mil · 2.274 votosR$ 72,1
- Aline Santos MDBR$ 177 mil · 2.705 votosR$ 65,3
- Marcão Do Povo AVANTER$ 122 mil · 1.949 votosR$ 62,8
- Professora Sandra Manente REPUBLICANOSR$ 126 mil · 2.742 votosR$ 45,8
- Indio Silva REPUBLICANOSR$ 175 mil · 3.835 votosR$ 45,6
- Boblel Castilho MDBR$ 117 mil · 2.637 votosR$ 44,4
Votos por real
- 2024, vereador: 246 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 395 votos por R$ 1.000, 6,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.