Carlinhos de Corte de Pedra
Francisco Carlos Almeida Cardoso · nasceu em 1967
Carlinhos de Corte de Pedra se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2008), PT (2012), PL (2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Presidente Tancredo Neves (BA)PL 22222· direita· na urna, Carlinhos de Oseassuplente276 votos
- 2012Vereador · Presidente Tancredo Neves (BA)PT 13333· centro-esquerda· na urna, Carlinhos de Oseassuplente392 votos
- 2008Vereador · Presidente Tancredo Neves (BA)CIDADANIA 23333· centro· na urna, Carlinhos de Oseassuplente
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlinhos de Corte de Pedra declarou R$ 67,4 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 37,8 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Carlinhos de Corte de PedraR$ 67,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlinhos de Corte de Pedra declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Presidente Tancredo Neves (BA) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 77874,3%
- Outros candidatosR$ 26925,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Tancredo Neves (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,92 por voto. Quem venceu, Sandra De Moenda, gastou R$ 6,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 21,5; o mais barato, R$ 6,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Abilio PATRIOTAR$ 4,4 mil · 203 votosR$ 21,5
- Silvanei PDTR$ 4,7 mil · 243 votosR$ 19,4
- Carlos Do Sindicato PC do BR$ 5,4 mil · 283 votosR$ 19
- Josemar Andrade PATRIOTAR$ 4,8 mil · 392 votosR$ 12,4
- Gil De Jambrinha PC do BR$ 3,5 mil · 338 votosR$ 10,5
- Nal Do Baixão PC do BR$ 5 mil · 499 votosR$ 9,94
- Ze Calisto PC do BR$ 3,8 mil · 382 votosR$ 9,92
- Jorge Da Agua AVANTER$ 3,1 mil · 339 votosR$ 9,10
- Marivaldo PPR$ 4,9 mil · 669 votosR$ 7,34
- Edivanio REPUBLICANOSR$ 3,1 mil · 435 votosR$ 7,10
- Tuica REPUBLICANOSR$ 3 mil · 435 votosR$ 6,91
- Sandra De Moenda PPR$ 4,6 mil · 678 votosR$ 6,81
Votos por real
- 2020, vereador: 81 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 177 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.