Carlinhos de Celso
Carlos Tomaz da Silva · nasceu em 1964
Carlinhos de Celso se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, técnico de enfermagem e assemelhados (exceto enfermeiro), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlinhos de Celso declarou R$ 11,5 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 1.506, já descontada a inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2020.
- Carlinhos de CelsoR$ 11,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 50,3 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlinhos de Celso declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itajá (RN) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.69865,1%
- PessoasR$ 91134,9%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.27458,1%
- Material impressoR$ 92041,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Itajá (RN), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,4 por voto. Quem venceu, Marcondes, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 317; o mais barato, R$ 10,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Damião Da Cerâmica PLR$ 7 mil · 22 votosR$ 317
- Fátima Cabelereira PLR$ 4,2 mil · 38 votosR$ 111
- Francisca De Guegué PLR$ 6,3 mil · 137 votosR$ 45,7
- Santo Do Cross PPR$ 7,6 mil · 256 votosR$ 29,7
- Argemiro Lopes PPR$ 6 mil · 223 votosR$ 26,7
- Lolô PLR$ 4,6 mil · 219 votosR$ 20,9
- Maxsilvan PPR$ 4,7 mil · 229 votosR$ 20,4
- Landio Jogador PSBR$ 5,5 mil · 281 votosR$ 19,7
- Luciana PPR$ 4,2 mil · 232 votosR$ 18,3
- Pato MDBR$ 5,5 mil · 311 votosR$ 17,5
- Bruno De Neto De João Silva MDBR$ 7,9 mil · 610 votosR$ 12,9
- Marcondes PLR$ 3,8 mil · 355 votosR$ 10,8
Votos por real
- 2020, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 148 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.