Carlinho da Tecelagem
Carlos Alberto Troncoso Zanetti · nasceu em 1961
Carlinho da Tecelagem se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2012), PODE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlinho da Tecelagem declarou R$ 270,6 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 176,4 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Carlinho da TecelagemR$ 270,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Lote urbano em potirendabaR$ 178,7 milTerreno
- Veiculo ford focus 2010R$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta suzuki 125R$ 6.499Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 3.249Dinheiro em espécie
- 2% Quotas empresa mpv tecidosR$ 650Quotas ou quinhões de capital
- Saldo conta correnteR$ 227Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlinho da Tecelagem declarou ao TSE R$ 6,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Potirendaba (SP) · PODE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.21462,5%
- Próprio bolsoR$ 72937,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.00751,8%
- ServiçosR$ 40520,8%
- TransporteR$ 24312,5%
- EscritórioR$ 20710,7%
- OutrosR$ 814,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Potirendaba (SP), 2016
Carlinho Da Tecelagem: R$ 8,95 por voto (mediana da disputa, R$ 4,66). Quem venceu, Jorge Despachante, gastou R$ 2,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,7; o mais barato, R$ 2,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinho Da Tecelagem. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Berto Do Tonhão PHSR$ 1,2 mil · 26 votosR$ 46,7
- Indio Da Mandioca PODER$ 1,1 mil · 48 votosR$ 22,4
- Roberto Camarão PVR$ 5,2 mil · 287 votosR$ 18,2
- Agnaldo Pedrão MOBILIZAR$ 8,1 mil · 490 votosR$ 16,6
- Devair Trevizan PPR$ 1,4 mil · 94 votosR$ 14,6
- Carlinho Da Tecelagem PODER$ 1,9 mil · 217 votosR$ 8,95
- Jo Do Bar PRTBR$ 1,7 mil · 375 votosR$ 4,66
- Cidinha PDTR$ 1,1 mil · 252 votosR$ 4,50
- João Loureiro PSDR$ 2 mil · 498 votosR$ 4,06
- Zé Marco Teixeira REPUBLICANOSR$ 1,7 mil · 490 votosR$ 3,42
- Edicarlo Coiado PSDR$ 1,4 mil · 573 votosR$ 2,46
- Jorge Despachante SOLIDARIEDADER$ 980 · 487 votosR$ 2,01
Votos por real
- 2016, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.