Carlinhos da Farmácia
Carlos Antônio Rodrigues · nasceu em 1963
Carlinhos da Farmácia se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: DEM (2012), PSDB (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlinhos da Farmácia declarou R$ 129,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 199,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- Carlinhos da FarmáciaR$ 129,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlinhos da Farmácia declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 12 mil, 12% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ponte Branca (MT) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.79472,4%
- Outros candidatosR$ 1.65013,6%
- Fundo eleitoralR$ 1.41511,7%
- PessoasR$ 2832,3%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Ponte Branca (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Ita Da Lurdes, gastou R$ 2,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 2,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Suzana Do Lau PPR$ 4,3 mil · 25 votosR$ 172
- Keila Martins PSBR$ 2,3 mil · 17 votosR$ 134
- Gildo Arcanjo PSBR$ 1,6 mil · 15 votosR$ 109
- Domingos Sávio PSBR$ 2,4 mil · 30 votosR$ 78,5
- Carlinhos Do Aguinel PPR$ 1,3 mil · 53 votosR$ 24,9
- Reginaldo Moreno PPR$ 1,8 mil · 84 votosR$ 21,2
- Marcim PODER$ 1,2 mil · 164 votosR$ 7,02
- Daniel Moreira PODER$ 354 · 92 votosR$ 3,85
- Ita Da Lurdes PODER$ 283 · 112 votosR$ 2,53
Votos por real
- 2016, vereador: 9,7 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.