Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Carlinhos da Farmácia

Antonio Carlos Ferrreira Santos · nasceu em 1944

Carlinhos da Farmácia se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,12← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MDB (2008).

VereadorPartidoPSDBMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 64 anos, superior incompleto, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Sorocaba (SP)
    MDB 15686· centro
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Sorocaba (SP)
    PSDB 45686· centro-direita
    suplente2.905 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlinhos da Farmácia declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 36 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 1,7 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 642.070 na declaração)

Declarou 36 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Carlinhos da FarmáciaR$ 1,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 12 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. CasaR$ 398,2 mil
    Imóveis
  2. DinheiroR$ 283,1 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. TerrenoR$ 214,8 mil
    Imóveis
  4. TerrenoR$ 204,2 mil
    Imóveis
  5. ApartamentoR$ 188,7 mil
    Imóveis
  6. CarroR$ 129,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  7. DinheiroR$ 79,6 mil
    Dinheiro e aplicações
  8. CasaR$ 67,4 mil
    Imóveis
  9. TerrenoR$ 56,6 mil
    Imóveis
  10. CasaR$ 40,4 mil
    Imóveis
  11. TerrenoR$ 34,4 mil
    Imóveis
  12. TerrenoR$ 34,4 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlinhos da Farmácia declarou ao TSE R$ 60 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 41 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Sorocaba (SP) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 41,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 11 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,3 mil.
  1. PessoasR$ 29,1 mil70,5%
  2. Próprio bolsoR$ 8.03219,5%
  3. EmpresasR$ 3.2537,9%
  4. PartidoR$ 9102,2%

Para onde foi

R$ 41,3 mil
O maior gasto foi com outros: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,3 mil.
  1. OutrosR$ 23,9 mil57,9%
  2. Material impressoR$ 14,6 mil35,4%
  3. TransporteR$ 2.6936,5%
  4. EscritórioR$ 480,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Sorocaba (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 45,4 por voto. Quem venceu, Crespo, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 206; o mais barato, R$ 16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maj (Capitão) Rolim PTBR$ 130 mil · 632 votosR$ 206
  • Ruy Dos Comerciarios PDTR$ 128 mil · 928 votosR$ 138
  • Daniel Lopes PTR$ 158 mil · 1.673 votosR$ 94,7
  • Ivanilde Vieira PSCR$ 119 mil · 1.758 votosR$ 67,9
  • Engenheiro Martinez PSDBR$ 235 mil · 4.567 votosR$ 51,5
  • Arnô Pereira PTR$ 118 mil · 2.533 votosR$ 46,7
  • Gabriel Bitencourt PC do BR$ 187 mil · 4.113 votosR$ 45,4
  • Paulo Mendes PSDBR$ 139 mil · 3.356 votosR$ 41,4
  • Pr. Carlos Cezar PTBR$ 157 mil · 3.818 votosR$ 41,1
  • Yabiku PSDBR$ 135 mil · 3.591 votosR$ 37,5
  • Izidio PTR$ 121 mil · 3.348 votosR$ 36
  • Crespo DEMR$ 158 mil · 9.874 votosR$ 16

Votos por real

  • 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.