Carlinho
Carlos Rosa de Souza · nasceu em 1973
Carlinho se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, até o fundamental, cor parda. A cor declarada mudou: amarela em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlinho declarou R$ 215,5 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 226,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.
- CarlinhoR$ 215,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlinho declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 37 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cristalândia do Piauí (PI) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.28382,5%
- Próprio bolsoR$ 48617,5%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.84667,7%
- Material impressoR$ 88232,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Cristalândia do Piauí (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,3 por voto. Quem venceu, Adonias Filho, gastou R$ 22,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 12.779; o mais barato, R$ 22,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Keila Jeanne PSDR$ 13 mil · 1 votosR$ 12.779
- Vando PTBR$ 11 mil · 57 votosR$ 196
- Viva PPR$ 6,4 mil · 94 votosR$ 68,6
- Armando Valter PPR$ 13 mil · 320 votosR$ 39,5
- Jaelton Damaceno PSDR$ 11 mil · 276 votosR$ 38,7
- Italivio Ascenso PDTR$ 9,5 mil · 314 votosR$ 30,3
- Eugenio (Santo) PPR$ 8,6 mil · 298 votosR$ 29
- Neuton PTBR$ 7 mil · 243 votosR$ 28,8
- Fernando Nogueira PSDR$ 9,3 mil · 389 votosR$ 24
- Adonias Filho PSDR$ 8,6 mil · 379 votosR$ 22,7
Votos por real
- 2016, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 7,6 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.