Apuração
Vereador · 2016 · PROS

Carlinhos Protetico

Carlos Alberto de Oliveira · nasceu em 1966

Carlinhos Protetico se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,05← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2012PT2016PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2008), PT (2012), PROS (2016).

VereadorPartidoPDTPTPROS20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, protético, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Miguel Calmon (BA)
    PROS 90777· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Vereador · Miguel Calmon (BA)
    PT 13456· centro-esquerda· na urna, Carlinhos Protético
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Miguel Calmon (BA)
    PDT 12222· centro-esquerda· na urna, Carlinhos
    suplente245 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Carlinhos Protetico declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 10,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 97,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.

  • Carlinhos ProteticoR$ 97,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 97,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlinhos Protetico declarou ao TSE R$ 9,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Miguel Calmon (BA) · PT · suplente

De onde veio

R$ 2.957
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.959
O maior gasto foi com material impresso: 90% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.959.
  1. Material impressoR$ 2.65189,6%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2087%
  3. EscritórioR$ 1003,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Miguel Calmon (BA), 2012

Mediana da disputa: R$ 10,5 por voto. Quem venceu, Marcelo Carneiro, gastou R$ 5,91 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,8; o mais barato, R$ 5,91.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Gil Popoca PPR$ 4,7 mil · 70 votosR$ 66,8
  • Mourinha PTR$ 3,6 mil · 84 votosR$ 43,2
  • Zelito PTR$ 4,3 mil · 198 votosR$ 21,8
  • Vandinho PTR$ 8,8 mil · 433 votosR$ 20,4
  • Ito PDTR$ 4,3 mil · 301 votosR$ 14,3
  • Carlinhos PDTR$ 10 mil · 862 votosR$ 11,7
  • Geovane PDTR$ 6,7 mil · 633 votosR$ 10,5
  • Moral PSDR$ 7,1 mil · 677 votosR$ 10,5
  • Mariselia PSDR$ 7,6 mil · 777 votosR$ 9,83
  • Alex Maia PSLR$ 6,1 mil · 656 votosR$ 9,28
  • Lucas Santos Rios PDTR$ 4,6 mil · 635 votosR$ 7,27
  • Marcelo Carneiro PDTR$ 7,1 mil · 1.208 votosR$ 5,91

Votos por real

  • 2012, vereador: 77 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.