Carlinhos
Pedro Carlos Machado Mendes · nasceu em 1965
Carlinhos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlinhos declarou R$ 251,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- CarlinhosR$ 251,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Carlinhos declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, em reais de hoje, 9,4% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Barros Cassal (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.67261%
- PessoasR$ 1.13325,9%
- Fundo partidárioR$ 4119,4%
- Outros candidatosR$ 1623,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.85065,1%
- Material impressoR$ 88120,1%
- ServiçosR$ 64814,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Barros Cassal (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 28,8 por voto. Quem venceu, Aparecida Neves Pereira, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 14,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roque Do Rincão MDBR$ 7,2 mil · 68 votosR$ 105
- Odélio MDBR$ 10 mil · 113 votosR$ 91,8
- Luiz Neves PC do BR$ 11 mil · 237 votosR$ 48,1
- Marta Cristina Fragoso PDTR$ 12 mil · 310 votosR$ 38,5
- Itamar Batista PSDBR$ 8 mil · 243 votosR$ 33,1
- Moacir Ortiz PPR$ 9,5 mil · 330 votosR$ 28,8
- Nilton Guterres PPR$ 9,2 mil · 321 votosR$ 28,8
- Ilse Faller PTR$ 9 mil · 338 votosR$ 26,5
- Roque S. P. Castro MDBR$ 9,3 mil · 448 votosR$ 20,8
- Darli Landim PSDR$ 8,6 mil · 479 votosR$ 17,9
- Alemão (Geverton Jandrey) PLR$ 7,6 mil · 467 votosR$ 16,2
- Aparecida Neves Pereira PPR$ 8,2 mil · 574 votosR$ 14,3
Votos por real
- 2016, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.